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10/10/2014

Benzeno é um agente altamente cancerígeno

Governo lista Benzeno como agente altamente cancerígeno

Publicada em 09/10/14

Que o benzeno contido na gasolina é prejudicial à saúde e pode provocar câncer, os trabalhadores de postos de combustíveis já sabem, mas uma portaria do governo divulgada nesta quarta-feira(8) aumenta o alerta sobre o elemento químico. Os Ministérios do Trabalho e Emprego, Saúde e Previdência Social elaboraram uma Lista Nacional dos Agentes Cancerígenos para Humanos, onde o benzeno figura no Grupo Um, o mais perigoso. O estudo tem por objetivo elaborar políticas públicas, principalmente na área de saúde do trabalhador.

A Lista Nacional de Agentes Cancerígenos para Humanos foi dividida em três grupos: carcinogênicos para humanos(1), provavelmente carcinogênicos para humanos(2) e possivelmente carcinogênicos para humanos(3). Os produtos com maior risco de provocar câncer em humanos foram colocados no grupo um. A lista foi organizada levando em conta estudos científicos existentes e a classificação de agentes cancerígenos da Agência Internacional para a Investigação do Câncer, da Organização Mundial da Saúde.

Dentro do primeiro grupo, encontram-se agentes como o benzeno, que é uma substância química presente na gasolina. O simples fato de trabalhar no posto de combustível já implica numa exposição ao produto tóxico. O benzeno contamina o trabalhador pelo contato direto ou pelo ar. O contato com o produto pode ocasionar irritação nos olhos, vômitos, náuseas, alteração e diminuição das células do sangue, aborto e má formação de fetos, diminuição do sistema de defesa do corpo e depressão. Ele é associado principalmente a leucemia.

Com essa lista elaborada pelos Ministérios do Trabalho, Saúde e Previdência, o governo pretende colocar em prática a Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho, sancionada em 2011. O programa é dividido em tarefas de curto, médio e longo prazos e está de acordo com a convenção da Organização Internacional do Trabalho.

Para elaborar a lista, que será atualizada semestralmente, os ministérios tomaram por base a elevada incidência de câncer no Brasil.

Estefania de Castro-Assessoria de Imprensa Sinpospetro-RJ

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