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O SINFREN convoca todos os trabalhadores, empregados em postos de venda de combustível e derivados de petróleo, sindicalizados ou não, dos municípios de Biguaçu, Florianópolis, Garopaba, Imarui, Palhoça, Paulo Lopes, Santo Amaro da Imperatriz, São Bonifacio e São José/SC para participarem das Assembléias Gerais Extraordinárias, no dia 28 de março/2017, às 10 horas e às 15 horas, na sede do Sindicato, na Rua Felipe Schmidt, 303, salas 1101 e 1102, Centro, para tratar da seguinte Ordem do Dia:

1º) Apreciação da proposta patronal apresentada pelo (Sindópolis) referente a negociação coletiva para o período de 01/03/2017 a 28/02/2018;

 2º) Aceitação ou não da proposta patronal;

3º) Apresentação discussão e aprovação de alguma forma legal do custeio para as campanhas salariais do SINFREN.

Os horários acima mencionados referem-se à primeira convocação, a segunda e última convocação dar-se-á 30 minutos após com qualquer número de presentes.


Florianópolis, 22 de março de 2017.

Roque Roberto dos Santos - Presidente SINFREN.

 

O SINFREN participou no dia 15 de março de 2017, com seus funcionários e diretores, da manifestação pública realizada em todos estados brasileiros contra as reformas da previdência e trabalhista propostas pelo Governo Federal. Em Florianópolis foram mais de 10 mil trabalhadores que percorreram as principais ruas do centro da cidade, gritando palavras de ordem contra a retirada de direitos históricos dos trabalhadores.

A principal reivindicação deste ato, que uniu as diversas categorias de trabalhadores e setores organizados da sociedade, foi pela não aprovação da PEC 287  da previdência, que se encontra no Congresso Nacional para ser votada. esta matéria representa o desmonte do sistema previdenciário brasileiro, tornando muito mais difícil a aposentadoria, o acesso aos benefícios assistenciais, além de diminuir o direito de pensão, entre outras mudanças negativas.

O projeto de reforma trabalhista, enviado pelo governo Temer para ser votado no Congresso Nacional, significa um ataque aos direitos da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas), que hoje garante um mínimo de dignidade para a maioria dos trabalhadores.O principal objetivo deste projeto é flexibilizar os acordos entre patrões e empregados, ou seja, cortar direitos e enfraquecer os sindicatos."Se esta reforma for aprovada, corremos o riscos de perder direitos históricos como 13º salário, férias, jornada de trabalho, entre outros.E tudo isso em troca da permanência do emprego, já que os patrões irão alegar o alto índice de desemprego", alerta o presidente do SINFREN, Roque Roberto Santos.

Confira mais fotos na galeria de fotos neste site.

Foi realizado nos dias 7 e 8  de março, em Brasília/DF, na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio – CNTC, o III Seminário Nacional das Dirigentes Sindicais dos Trabalhadores em Postos de Combustíveis . Com o “Desafios da Participação das Mulheres no Movimento Sindical” o evento fez parte da comemoração do Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março e reuniu cerca de oitenta pessoas, a grande maioria mulheres.F oram realizadas diversas palestras que contribuíram para o conhecimento e fortalecimento das mulheres sindicalistas.

 A palestra de abertura contou a jurista Maria Berenice Dias, a primeira mulher a ingressar na magistratura do Rio Grande do Sul e a primeira Desembargadora nesse Estado. Ela falou sobre a evolução do papel da mulher na sociedade.

Outros assuntos tratados durante o evento trataram sobre os entraves para colocar em prática a Lei 13.287/16 (proteção á saúde da mulher trabalhadora, gestante e lactantes), atual momento político e econômico brasileiro e os desafios das mulheres em busca da igualdade de direitos.

Assuntos relacionados com saúde e previdência contaram com a participação das seguintes palestrantes: Dra. Deise Gardin Martins, médica ginecologista especialista em Medicina do Trabalho, a advogada Dra. Maria Cristina Perez, especialista em Direito Previdenciário, e a Dra. Sueli Cabral Ratshan, médica psiquiatra e psicoterapeuta, Mestre e Doutora em Saúde Mental pela FCM- UNICAMP, especialista em Tratamento de Psicóticos pelo Instituto Rivière de Paris- França.

A palestra  “Perspectivas culturais e históricas da representatividade feminina” teve como palestrante a Professora Neusa Freire, socióloga e vice-presidente da Casa da Mulher Catarina, entidade fundada em 1989, reconhecida internacionalmente pela luta em defesa dos direitos das mulheres.

Marina Diaz, Presidente da União dos Trabalhadores do Comércio da Colômbia, foi responsável pelo tema “Desafios da participação das mulheres no movimento sindical”. Ela falou das dificuldades de organização em seu país, principalmente para as mulheres,devido ao poder paralelo do narcotráfico e do governo ditador.

O papel da dirigente sindical na organização das trabalhadoras foi explanado pelo professor Erledes Elias da Silveira, Assessor Político-Sindical da UGT Nacional, Mestre em Educação.

Dentre as atividades do evento foi exibido o filme "As Sufragistas”, que contou a luta das mulheres pela igualdade e pelo direito de votar, no Reino Unido do início do século XX. Teve ainda uma apresentação de dança, onde todos também dançaram, mostrando o que é linguagem corporal (motivação, autoestima e empoderamento). A incetivadora foi Valéria Vyper, dança terapeuta formada na Itália, especialista em “Reeducação do Movimento”.

Telma Cardia, Secretária da Mulher da Fenepospetro, presidente do Sinpospetro de Guarulhos/SP que coordenou todas as palestras, disse que o principal objetivo do evento foi atingido, pois abordou questões essenciais ao desenvolvimento das dirigentes sindicais e seu papel na  sociedade e na organização das trabalhadoras.

No final do evento foi elaborado um documento com resoluções que  servirão de diretrizes às ações da categoria de todo o país e que será entregue a diversos parlamentares comprometidos com as causas dos trabalhadores, principalmente as mulheres.

Estavam presentes também no evento o presidente da Fenepospetro e do Sinpospetro do Rio de Janeiro, Eusébio Pinto Neto, e o presidente da Fepospetro e Secretário de Negociações Coletivas da Fenepospetro, Luiz Arraes. A diretora do SINFREN, Jozilete  Romeiro participou do evento.

(Na foto, ao fundo). Veja mais fotos na galeria de fotos aqui no site.

Hoje é dia de luta,é dia de reflexão. Parabéns a todas mulheres frentistas.

A UGT/SC, Central Sindical da qual o SINFREN é filiado, promoveu no dia 15 de fevereiro, na Federação dos Trabalhadores da Industria de SC, em Itapema, um Seminário Estadual sobre reformas da previdência e trabalhista.

Dirigentes sindicais de todo estado participaram do debate,que contou também com a participação do presidente da UGT Nacional, Ricardo Patah e dos palestrantes Luiz Gustavo Grohmann e Roberto Nolasco, ambos do Instituto Altos Estudos UGT.

Patah disse que o debate sobre as reformas, propostas pelo Governo Federal, precisam urgentemente estarem na pauta do dia de todos os trabalhadores e da sociedade em geral."Precisamos participar ativamente destas discussões porque delas dependem a manutenção dos direitos trabalhistas e do processo de aposentadoria futura", ressaltou o presidente da UGT nacional.

Segundo Patah, dia 21 de fevereiro, em Brasília, representantes das Centrais Sindicais do país estarão reunidos novamente para traçar estratégias de luta com objetivo de barrar as propostas do Governo Federal que ameaçam direitos e conquistas históricas dos trabalhadores.

"Precisamos ficar atentos, discutir, participar e propor aquilo que avaliamos como menos pior neste momento para toda a classe trabalhadora e sociedade brasileira", disse Patah. Segundo o presidente da UGT a mobilização de todos e a cobrança junto aos parlamentares em cada estado é uma das forma para tentar barrar o que vem por ai.

"Não podemos aceitar de braços cruzados as injustiças que eles pretendem promover com a aprovação das reformas da previdência e trabalhista. A nossa participação é fundamental", finalizou Patah. (foto abaixo).

Fabiola de Souza - Assessoria Imprensa SINFREN

No inicio de fevereiro, o presidente do Sinfren em exercício, Alcinei Alcides Simão, entregou a pauta de reivindicação ao advogado patronal, Ciro Stragioto, dando inicio a Campanha Salarial deste ano (foto). A partir de agora serão agendadas as reuniões de negociação, que resultará na nova Convenção Coletiva de Trabalho 2017/2018 (CCT).

Na pauta, que foi aprovada pelos trabalhadores em Assembléia Geral, constam aumento real de salário, reajuste do vale alimentação, renovação das cláusulas sociais e econômicas do CCT anterior entre outros benefícios .

"Para garantir uma boa negociação é preciso manter a mobilização da categoria", comenta Simão. Segundo ele, o país passa por um momento delicado, tanto político como economicamente e isso exige uma dose a mais de mobilização para impedir a retirada de  conquistas históricas dos trabalhadores.

"Mobilização e união são as palavras chaves para este momento", afirma o Simão, que promete divulgação a medida que as negociações avançarem.

Fabíola de Souza - Assessoria de imprensa SINFREN

A partir desta quinta feira, dia 2 de fevereiro/2017, inicia a distribuição gratuita de um kit de material escolar para os filhos dos associados de 5 a 14 anos. O material será entregue nos locais de trabalho (postos de combustíveis) durante os próximos dias (foto ilustrativa).

Esta ação, que o SINFREN vem realizando há muitos anos, tem aliviado financeiramente o bolso dos trabalhadores no início do ano letivo e, de certa forma, incentivado os jovens a estudar.

É através da educação que formam-se cidadãos mais politizados e conscientes do seu dever de transformar a nossa sociedade para melhor. 

notícias gerais

As mulheres dirigentes sindicais e de movimentos sociais da UGT, reunidas em Foz do Iguaçu (PR), dias 5, 6 e 7 de março, no seminário Março Mulher 2017 – 10 anos da UGT,  são contra as reformas da Previdência e trabalhista, propostas pelo governo Temer, e querem que o Congresso brasileiro ratifique a Convenção 156 da OIT (Organização Internacional do Trabalho).  

Esses indicativos fazem  parte de um conjunto de propostas deliberadas pelas mais de 300 mulheres e homens presentes ao encontro. Durante os três dias do seminário Março Mulher 2017, foram debatidos temas pertinentes ao universo feminino, como a violência contra as mulheres,  empregabilidade, empoderamento feminino  e a conjuntura política e econômica brasileira.

O painel: Enfrentamento a todas as formas de violência de gênero no Brasil e na fronteira – a violência de gênero e o gênero da violência no Brasil,  abriu a série de três módulos do seminário. A violência contra as mulheres, incluindo crianças e adolescentes, na tríplice fronteira, foi tema apresentado pela diretora da ONG Elas por Elas, Cláudia Patrícia de Luna. Para a ativista, “enquanto os governos desses países não se unirem em ações práticas contra o abuso sexual e a violência na região fronteiriça do Brasil, Uruguai e Argentina, veremos crianças e adolescentes serem explorados sexualmente”.  

A norte-americana Jana Silvermann, da ONG Solidarity Center e a diretora da CSA (Confederação Sindical de Trabalhadores das Américas) Isamar Escalona, falaram sobre a mulher no mundo do trabalho, igualdade e violência, no painel  Igualdade de Gênero-caminhos para avançar. “É emergencial o governo brasileiro ratificar a Convenção 156 da OIT, como forma de garantir às mulheres direitos iguais no ambiente de trabalho, acabando com as desigualdades salariais e de tratamento”, destacou Jana Silvermann. Nesse mesmo módulo, para falar sobre a Jornada 2030 e os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável), foi convidado o secretário Nacional da Juventude e coordenador do Programa UGT Jornada 2030, Gustavo Pádua.  O secretário da UGT destacou em sua palestra o objetivo 5 dos ODS, que fala justamente sobre alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas.

Ao abordar o tema sobre a reforma da Previdência, proposta pelo governo Temer, a economista, assessora do IAE (Instituto de Altos Estudos da UGT), Helen Silvestre Fernandes foi categórica: é uma farsa essa propaganda que o governo está fazendo sobre a necessidade emergencial de uma reforma na Previdência. Para a economista, que integrou um grupo de estudos sobre a real situação orçamentária da Previdência, “o governo está empurrando mais uma vez para os trabalhadores os ônus de sua incompetência. A Previdência é superavitária, ou seja, é mentira de que há um rombo nas contas e que se paga mais do que se arrecada”. Segundo a economista, é preciso que seja feita uma ampla campanha para esclarecer a população sobre essa farsa montada para beneficiar empresários e massacrando os trabalhadores.

Ao finalizar o seminário, a secretária Nacional da Mulher da UGT, Santa Regina Pessoti Zagretti, apresentou as propostas e deliberações do encontro. “Temos propostas claras e objetivas quanto ao universo feminino, muitas dessas propostas dependem de um engajamento político e social e outras apenas da vontade política de nossos governantes. Estamos fazendo a nossa parte, esperamos que o Congresso Nacional, o presidente da República, governadores e prefeitos façam a parte deles”, destacou Santa Regina.

Fonte: UGT Nacional

06/03/2017 

A Comissão Especial que trata da Reforma Trabalhista na Câmara dos Deputados discutirá o projeto (PL 6787/16) com Centrais Sindicais, em Audiência Pública na terça-feira (7), em Brasília. Foram convidadas a UGT (União Geral dos Trabalhadores), a CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), a CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros), a Força Sindical, CUT (Central Única dos Trabalhadores) e a NCST (Nova Central Sindical dos Trabalhadores).

Para o deputado federal Elizeu Dionizio (PSDB), os debates mais calorosos serão sobre a prevalência dos acordos coletivos sobre a legislação existente, que na prática já são assinados atualmente, mas são frágeis judicialmente; alterações nas regras da terceirização; e a regulamentação do trabalho intermitente, que vai ser muito importante no setor varejista.

As audiências públicas e reuniões de trabalho começaram em fevereiro e devem se estender até o dia três de de maio. No dia quatro, o relator deve apresentar o seu parecer e no dia 11 de maio deve ocorrer a votação do parecer. Porém, se algum deputado apresentar recurso contra a decisão da Comissão Especial, a Reforma Trabalhista vai para votação em plenário. Caso contrário, já estará aprovada. Depois ela segue para o Senado Federal.

Fonte: site UGT.

 

FGTS - Contas inativas - MP 763/16

Saiba tudo sobre os saques de contas inativas do FGTS sem sair de casa.Basta acessar o site oficial da CEF e ter em mãos o seu CPF e/ou NIS/PIS/PASEP. Consulte ainda o calendário oficial de pagamento  divulgado na semana passada.

Foi finalizada na tarde desta terça-feira (7), durante a terceira rodada de negociação, realizada  na Superintendência do Ministério do Trabalho, em Teresina/PI, a Campanha Salarial 2017 dos trabalhadores em postos de combustíveis e lojas de conveniência do Piauí/PI. No acordo, a categoria que tem data base em 1° de janeiro conquistou ganho real de salário, que reajustado em 7,33% passa a ser de R$ 1.267,50 (já incluso os 30% de periculosidade). A cesta-básica, com o aumento de 11,11% passa a ser de R$ 150,00, e o seguro de vida reajustado em 10,76% vai a R$ 14 mil.  

Foram também revalidadas todas as demais cláusulas garantidoras de direitos da Convenção Coletiva, abrangente a 3.500 trabalhadores, representados pela Federação Nacional dos frentistas – Fenepospetro e pelo Sinpospetro/Piauí.  O presidente do sindicato, Sebastião Oliveira, destaca como importante o fato de a categoria ter novamente conseguido barrar o aumento da jornada de trabalho dos frentistas, de 7 para 8 horas diárias, como pretende o patronal Sindipetro. Em relação ao bom andamento e ao resultado das negociações, o dirigente sindical classificou como decisivo o apoio recebido da Fenepospetro, representada na reunião final da Campanha Salarial pelo secretário de negociações coletivas da entidade e presidente da Fepospetro, Luiz Arraes.

FONTE: Assessoria de imprensa da Fenepospetro

Dirigentes ugetistas de diversos Estados da federação se reuniram, na manhã desta segunda-feira (23), na sede nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT), em São Paulo, para discutir o atual cenário político nacional e o conjunto de medidas que levam o nome de “reforma”, mas que visa aplicar ações de austeridade que prejudicam a classe trabalhadora e a sociedade em geral.

“Este é um encontro muito importante para aprofundar temas como a representação no local de trabalho, a questão da jornada e outros aspectos que precisamos compreender para tomarmos um posicionamento”, disse Ricardo Patah, presidente da UGT nacional.

Durante a reunião, a consultora sindical dra. Zilmara Alencar ministrou uma apresentação em que foi exposto que a reforma trabalhista, assim como a previdenciária, é um projeto repleto de “segundas intenções” e que, além de retirar direitos trabalhistas, prejudica a organização da classe trabalhadora, usando sempre o argumento da atualização das leis do trabalho.

Entre os temas abordados, os dirigentes ugetistas deram especial atenção à questão do negociado sobre o legislado e à proposta de regulamentar a figura do representante sindical no local de trabalho – um(a) trabalhador(a) que não necessariamente precisa ser filiado(a) a uma entidade sindical, mas terá o poder de negociar em nome dos seus colegas de trabalho.

“Na mesa de negociação, é complicado, é difícil, já que sabemos que o setor patronal não quer abrir mão de nada. Hoje, eu imagino como os empregadores irão negociar direto com o trabalhador, uma pessoa que muitas vezes estará pressionada, assediada moralmente e que certamente aceitará tudo aquilo que seu patrão disser. Essa é uma medida ruim para a representatividade do movimento sindical”, disse Jefferson S. Silveira, presidente da UGT-MS.

Chiquinho Pereira, secretário de Organização e Formação Sindical da UGT nacional, salientou que essas reformas propostas hoje pelo governo federal são um conjunto de projetos formulados durante muitos anos.

"Nada surgiu agora, nem por acaso. Essas medidas foram formuladas ao longo dos anos, em governos A ou B, e só estavam esperando o melhor momento para serem apresentadas. Agora é a melhor hora, já que tudo o que é apresentado tanto na Câmara quanto no Senado passa", disse Chiquinho.

Participaram do evento o presidente da UGT, Ricardo Patah; os vice-presidentes Laerte da Costa, Roberto Santiago e Salim Reis; o secretário Geral, Canindé Pegado; Chiquinho Pereira, secretário de Organização e Formação Sindical; além dos presidentes das UGTs estaduais.

Fonte: UGT Nacional -23/01/2017 

18/01/2017 

O seguro-desemprego é um benefício que oferece auxílio em dinheiro ao trabalhador que perdeu o emprego. Em 2017, o menor valor da parcela corresponde ao salário mínimo reajustado pela inflação, de R$ 937.

Em janeiro, o pagamento do benefício será feito de forma escalonada. Os valores já virão com o reajuste de 6,58% nas parcelas, anunciado na semana passada. A justificativa do ministério para a medida é o "grande volume de pagamentos" previsto para o período de 11 a 22 de janeiro.

Tire suas dúvidas sobre o seguro-desemprego:

Quando o trabalhador pode pedir o seguro-desemprego?

Só tem direito ao benefício o trabalhador que foi dispensado sem justa causa, não tenha renda própria, não receba o benefício de prestação continuada da Previdência Social (exceto pensão por morte ou auxílio-acidente) e tenha recebido salários de pessoas jurídicas em três situações:

1 - Por pelo menos 18 meses, para quem faz o pedido pela primeira vez;

2 - Por pelo menos 12 meses, para quem pede pela segunda vez;

3 - Pelo menos 6 meses, para quem faz o terceiro pedido do benefício.

Quem mais tem direito a receber o benefício?

Também podem receber o benefício o pescador artesanal durante o período de defeso; o trabalhador doméstico que for dispensado sem justa causa, mesmo que de forma indireta; e o trabalhador resgatado de situações semelhantes à de escravidão.

Como é feito o pagamento?

Ele é pago de três a cinco parcelas de forma contínua ou alternada. O trabalhador pode fazer o pedido por até três vezes.

Quantas parcelas o trabalhador tem direito a receber?

3 parcelas:

Quem trabalhou entre 6 e 11 meses e faz o pedido pela 3ª vez.

4 parcelas: 

Quem trabalhou entre 18 e 23 meses nos últimos 36 meses, e faz o pedido pela 1ª vez.

Quem trabalhou entre 12 e 23 meses e faz o pedido pela 2ª vez.

Quem trabalhou entre 12 e 23 meses e faz o pedido pela 3ª vez.

5 parcelas:

Quem trabalhou por pelo menos 24 meses e faz o pedido pela 2ª vez.

Quem trabalhou por pelo menos 24 meses e faz o pedido pela 3ª vez.

Qual o prazo para fazer o pedido?

O trabalhador pode pedir o seguro-desemprego entre o 7º e 120º dia após a data da demissão do emprego.

Qual o valor do pagamento?

O valor das parcelas é calculado por uma média dos salários dos três meses anteriores à dispensa. O valor do seguro-desemprego é definido com base em uma tabela com três faixas salariais: 

a) até R$ 1.450,23; 

b) entre R$ 1.450,24 e R$ 2.417,29; 

c) acima de R$ 2.417,29.

Qual o valor máximo pago no seguro-desemprego?

O valor da maior parcela é paga a trabalhadores que ganhavam a faixa salárial mais alta (acima de R$ 2,417,29) e aumentou em 2017 de R$ 1.542,24 para R$ 1.643,72, uma diferença de R$ 101,48. O reajuste das parcelas é feito todos os anos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior.

Qual o valor mínimo do benefício?

A menor parcela do seguro-desemprego não pode ser inferior ao salário mínimo, que foi reajustado pela inflação em 2017 para R$ 937,00.

Onde é possível fazer o pedido?

O benefício pode ser requerido nas DRT (Delegacia Regional do Trabalho), no SINE (Sistema Nacional de Emprego) ou nas agências credenciadas da Caixa, no caso de trabalhador formal.

Como fazer o pedido?

O trabalhador deve comparecer pessoalmente em um dos locais de sua preferência, com os documentos exigidos. Veja aqui a relação.

Quanto tempo leva para receber o dinheiro após o pedido?

Pelas regras, o seguro-desemprego deve ser pago em até 30 dias após seu requerimento, mas há locais nos quais o valor é depositado antes.

Como serão feitos os pagamentos de janeiro de 2017?

O pagamento será feito de forma escalonada. Os benefícios serão liberados gradualmente pelas agências da Caixa Econômica Federal, ordenados pelo número final do PIS. De acordo com o calendário, recebem os trabalhadores cujos últimos dígitos do PIS sejam 1 e 2. O processo segue até 21 de janeiro, quando recebem os trabalhadores que tenham os dígitos finais do PIS 9 e 0.

Fonte: G1

Documento, assinado por seis centrais, foi entregue ao presidente nesta terça-feira (17); sob este regime, proposta tramita no Congresso Nacional de forma mais rápida.

Por Luciana Amaral, G1, Brasília

17/01/2017 17h25  

 O presidente Michel Temer recebeu nesta terça-feira (17) um documento assinado por seis centrais sindicais no qual as entidades pedem ao Palácio do Planalto que retire a prioridade do projeto enviado no ano passado ao Congresso Nacional que trata da reforma trabalhista (veja ao final desta reportagem a reprodução da carta).

Os pontos da reforma foram apresentados em dezembro de 2016 por Temer e pela equipe econômica. A proposta estabelece 12 pontos que poderão ser negociados entre patrões e empregados e, em caso de acordo, passarão a ter força de lei.

Quando um projeto é enviado ao Congresso sob regime de prioridade, tramita de forma mais rápida na comparação com um projeto normal, pois exige menos sessões para análise do conteúdo nas comissões.

No documento enviado a Temer, porém, as centrais argumentam que a tramitação regular da reforma trabalhista possibilitará "a devida participação sindical e da sociedade num tema sensível e central ao mundo do trabalho".

Assinam a carta a Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), a Força Sindical, a União Geral do Trabalhadores (UGT) e a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST).

O documento foi levado ao presidente Temer nesta terça pelo presidente da Força Sindical, o deputado Paulinho da Força (SD-SP). Após o encontro, o parlamentar disse a jornalistas ter avaliado que o presidente está "sensível" ao pleito das centrais.

"A reforma trabalhista junto complicaria a nossa vida. Estamos pedindo a retirada para discutir, conversar", acrescentou o representante da Força Sindical.

Reforma da Previdência

Ainda segundo Paulinho da Força, na reunião que teve com o presidente Michel Temer, o deputado pediu ao peemedebista que aceite diminuir a idade mínima de 65 anos proposta pelo governo na reforma da Previdência Social (o texto está em análise na Câmara).

Para a Força Sindical, explicou Paulinho, em vez de 65 anos para homens e mulheres , os homens deveriam se aposentar aos 60 anos e as mulheres, aos 58.

"Não podemos aceitar 65 anos até porque as mulheres têm dupla jornada em casa, com a família", argumentou.

Nesta segunda, contudo, Temer concedeu uma entrevista à agência Reuters na qual descartou reduzir a idade mínima, considerada por ele "fundamental".

 

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