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1º de Maio, Dia do Trabalhador, é dia de reflexão

As comemorações do 1° de Maio (*) sempre estiveram e estarão relacionadas às lutas por melhores salários, pela redução da jornada de trabalho, pela melhoria das condições de trabalho, pela redução dos acidentes de trabalho entre outras reivindicações. Este ano não será diferente, e mais do que nunca os trabalhadores tem motivos suficientes para protestar. O Brasil nunca esteve tão perto de um retrocesso nas questões de direitos trabalhistas. Estão em jogo conquistas históricas. Não podemos permitir que sejam aprovadas as reformas da previdência e trabalhista, propostas por este governo ilegítimo e seus deputados aliados. Por isso o 1° de maio deverá ser lembrado mais uma vez como um dia de luta, de reflexão e resistencia.

Em todos os cantos do país haverá manifestações públicas, coordenadas por entidades sindicais. Veja na sua cidade o que está programado e participe, pois da sua participação dependerá a mobilização futura dos trabalhadores e a unidade das entidades sindicais em torno de bandeiras de lutas comuns, como trabalho decente para todos, igualdade de oportunidades para mulheres e homens e, nenhum direito a menos.

Neste dia 1º de maio o SINFREN reafirma seu compromisso com a classe trabalhadora em geral, especialmente com os frentistas. A luta por uma sociedade justa e igualitária para todos se dá no dia a dia.

*No Brasil a data foi consolidada em 1925. por um decreto presidencial que estabeleceu o 1° de MAIO como feriado nacional. Porém a data ganhou status de "dia oficial" no governo de Getúlio Vargas (Pres. da República). Ele sempre aproveitava esta data para anunciar, em anos diferentes, novos direitos trabalhistas.

Fabíola de Souza/assessoria de imprensa SINFREN

Todos estão convocados a participar da GREVE GERAL 

Dia 28 de abril o Brasil inteiro vai parar. É greve geral. Os trabalhadores de todos os segmentos irão mostrar aos políticos e ao governo federal que ninguém aceita o retrocesso que estão querendo empurrar "goela abaixo" para o povo brasileiro. Não a retirada de direitos históricos. Nenhum direito a menos. Vamos mostrar que não aceitamos as reformas trabalhista e previdenciária que estão em curso. Não aceitamos a terceirização, pois isso representa um retrocesso e precarização nas relações de trabalho. "Querem acabar com os nossos direitos", disse o novo presidente do SINFREN, Roque Roberto dos Santos, convocando toda a categoria a aderir a paralisação. Segundo Santos, neste dia (28/04/17) o SINFREN fechará suas portas para juntos, funcionários e diretoria, participarem da GREVE GERAL!

Estudos recentes comprovam que o benzeno pode afetar a fertilidade. As mulheres também sofrem mais risco de contaminação, diz a médica do trabalho Daise Gardin.

As mulheres são as mais afetadas pela exposição ao benzeno. A afirmação é da médica do trabalho Daise Gardin. Segundo ela, há uma grande dificuldade para desenvolver estudos sobre o assunto, já que a mulher, por medida de segurança, evita se expor ao produto. A médica diz que estudos recentes comprovam que o benzeno pode afetar a fertilidade. O feto também sofre exposição já que a placenta não o protege contra os efeitos do benzeno.A médica do trabalho explica que o bebê contaminado pelo benzeno apresenta alterações ósseas, baixo peso e problema na medula óssea. Ela orienta que por precaução, o ideal seria que a mulher se afastasse da bomba antes de engravidar.

CONTAMINAÇÃO – Apenas 1% do benzeno contido no ar é absorvido pela pele. A respiração é a principal via de contaminação pelo produto tóxico. A parte mais importante é a pulmonar e respiratória. A absorção ocorre principalmente, pela respiração, o que torna difícil a prevenção. Segundo a médica do trabalho Daise Gardin, a contaminação se dá também através da ingestão, quando o trabalhador tem o hábito de fumar, comer e beber nas dependências do posto de combustível, onde não faltam fontes de contaminação pelo benzeno.

MULHER – A contaminação pelo benzeno é mais agressiva para a mulher. Por ter até 11% a mais de gordura do que o homem, a mulher está mais exposta ao benzeno, já que o produto tóxico é lipossolúvel e dissolve mais rápido com a gordura. Estudos comprovam que durante a vida laboral de mil pessoas expostas ao benzeno, três vão desenvolver leucemia. A exposição ao benzeno por 40 anos, num grupo de mil, treze vão desenvolver câncer.

ESTUDOS – Os primeiros trabalhos científicos sobre o risco do benzeno para saúde surgiram em 1897. Naquela época, os trabalhos mostravam que a exposição crônica ao benzeno provocava alterações na medula óssea.

LEIS – A primeira lei que proíbe a mulher de trabalhar com o benzeno foi feita em 1932. Em maio de 2016, entrou em vigor a lei 13.287, que proíbe o trabalho de gestantes e lactantes em atividades, operações ou locais insalubres. A norma estabelece que trabalhadoras gestantes e lactantes deverão ser afastadas de atividades, operações ou locais insalubres, durante o período de gestação e lactação.Na época, a presidente Dilma Rousseff vetou o dispositivo que assegurava à empregada o pagamento integral do salário que vinha recebendo, inclusive o adicional de insalubridade.

Fonte: Estefania de Castro, assessoria de imprensa Fenepospetro.

O SINFREN convoca todos os trabalhadores, empregados em postos de venda de combustível e derivados de petróleo, sindicalizados ou não, dos municípios de Biguaçu, Florianópolis, Garopaba, Imarui, Palhoça, Paulo Lopes, Santo Amaro da Imperatriz, São Bonifacio e São José/SC para participarem das Assembléias Gerais Extraordinárias, no dia 28 de março/2017, às 10 horas e às 15 horas, na sede do Sindicato, na Rua Felipe Schmidt, 303, salas 1101 e 1102, Centro, para tratar da seguinte Ordem do Dia:

1º) Apreciação da proposta patronal apresentada pelo (Sindópolis) referente a negociação coletiva para o período de 01/03/2017 a 28/02/2018;

 2º) Aceitação ou não da proposta patronal;

3º) Apresentação discussão e aprovação de alguma forma legal do custeio para as campanhas salariais do SINFREN.

Os horários acima mencionados referem-se à primeira convocação, a segunda e última convocação dar-se-á 30 minutos após com qualquer número de presentes.


Florianópolis, 22 de março de 2017.

Roque Roberto dos Santos - Presidente SINFREN.

 

O SINFREN participou no dia 15 de março de 2017, com seus funcionários e diretores, da manifestação pública realizada em todos estados brasileiros contra as reformas da previdência e trabalhista propostas pelo Governo Federal. Em Florianópolis foram mais de 10 mil trabalhadores que percorreram as principais ruas do centro da cidade, gritando palavras de ordem contra a retirada de direitos históricos dos trabalhadores.

A principal reivindicação deste ato, que uniu as diversas categorias de trabalhadores e setores organizados da sociedade, foi pela não aprovação da PEC 287  da previdência, que se encontra no Congresso Nacional para ser votada. esta matéria representa o desmonte do sistema previdenciário brasileiro, tornando muito mais difícil a aposentadoria, o acesso aos benefícios assistenciais, além de diminuir o direito de pensão, entre outras mudanças negativas.

O projeto de reforma trabalhista, enviado pelo governo Temer para ser votado no Congresso Nacional, significa um ataque aos direitos da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas), que hoje garante um mínimo de dignidade para a maioria dos trabalhadores.O principal objetivo deste projeto é flexibilizar os acordos entre patrões e empregados, ou seja, cortar direitos e enfraquecer os sindicatos."Se esta reforma for aprovada, corremos o riscos de perder direitos históricos como 13º salário, férias, jornada de trabalho, entre outros.E tudo isso em troca da permanência do emprego, já que os patrões irão alegar o alto índice de desemprego", alerta o presidente do SINFREN, Roque Roberto Santos.

Confira mais fotos na galeria de fotos neste site.

Foi realizado nos dias 7 e 8  de março, em Brasília/DF, na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio – CNTC, o III Seminário Nacional das Dirigentes Sindicais dos Trabalhadores em Postos de Combustíveis . Com o “Desafios da Participação das Mulheres no Movimento Sindical” o evento fez parte da comemoração do Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março e reuniu cerca de oitenta pessoas, a grande maioria mulheres.F oram realizadas diversas palestras que contribuíram para o conhecimento e fortalecimento das mulheres sindicalistas.

 A palestra de abertura contou a jurista Maria Berenice Dias, a primeira mulher a ingressar na magistratura do Rio Grande do Sul e a primeira Desembargadora nesse Estado. Ela falou sobre a evolução do papel da mulher na sociedade.

Outros assuntos tratados durante o evento trataram sobre os entraves para colocar em prática a Lei 13.287/16 (proteção á saúde da mulher trabalhadora, gestante e lactantes), atual momento político e econômico brasileiro e os desafios das mulheres em busca da igualdade de direitos.

Assuntos relacionados com saúde e previdência contaram com a participação das seguintes palestrantes: Dra. Deise Gardin Martins, médica ginecologista especialista em Medicina do Trabalho, a advogada Dra. Maria Cristina Perez, especialista em Direito Previdenciário, e a Dra. Sueli Cabral Ratshan, médica psiquiatra e psicoterapeuta, Mestre e Doutora em Saúde Mental pela FCM- UNICAMP, especialista em Tratamento de Psicóticos pelo Instituto Rivière de Paris- França.

A palestra  “Perspectivas culturais e históricas da representatividade feminina” teve como palestrante a Professora Neusa Freire, socióloga e vice-presidente da Casa da Mulher Catarina, entidade fundada em 1989, reconhecida internacionalmente pela luta em defesa dos direitos das mulheres.

Marina Diaz, Presidente da União dos Trabalhadores do Comércio da Colômbia, foi responsável pelo tema “Desafios da participação das mulheres no movimento sindical”. Ela falou das dificuldades de organização em seu país, principalmente para as mulheres,devido ao poder paralelo do narcotráfico e do governo ditador.

O papel da dirigente sindical na organização das trabalhadoras foi explanado pelo professor Erledes Elias da Silveira, Assessor Político-Sindical da UGT Nacional, Mestre em Educação.

Dentre as atividades do evento foi exibido o filme "As Sufragistas”, que contou a luta das mulheres pela igualdade e pelo direito de votar, no Reino Unido do início do século XX. Teve ainda uma apresentação de dança, onde todos também dançaram, mostrando o que é linguagem corporal (motivação, autoestima e empoderamento). A incetivadora foi Valéria Vyper, dança terapeuta formada na Itália, especialista em “Reeducação do Movimento”.

Telma Cardia, Secretária da Mulher da Fenepospetro, presidente do Sinpospetro de Guarulhos/SP que coordenou todas as palestras, disse que o principal objetivo do evento foi atingido, pois abordou questões essenciais ao desenvolvimento das dirigentes sindicais e seu papel na  sociedade e na organização das trabalhadoras.

No final do evento foi elaborado um documento com resoluções que  servirão de diretrizes às ações da categoria de todo o país e que será entregue a diversos parlamentares comprometidos com as causas dos trabalhadores, principalmente as mulheres.

Estavam presentes também no evento o presidente da Fenepospetro e do Sinpospetro do Rio de Janeiro, Eusébio Pinto Neto, e o presidente da Fepospetro e Secretário de Negociações Coletivas da Fenepospetro, Luiz Arraes. A diretora do SINFREN, Jozilete  Romeiro participou do evento.

(Na foto, ao fundo). Veja mais fotos na galeria de fotos aqui no site.

Hoje é dia de luta,é dia de reflexão. Parabéns a todas mulheres frentistas.

notícias gerais

Tendo como pano de fundo a aprovação da lei da terceirização no Congresso Nacional, as centrais sindicais decidiram em reunião no dia 27 de março, preparar uma Greve Geral para o dia 28 de abril.

O consenso se deu em torno de uma pauta única contra o desmonte da previdência, a terceirização e em defesa dos direitos dos trabalhadores.

Os sindicatos já vão realizar protestos na próxima sexta, dia 31, dando início a um calendário de lutas e mobilização até o dia da Greve Geral. Assinam a nota referente a esta atividade, os presidentes da CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST e CSB.

As mulheres dirigentes sindicais e de movimentos sociais da UGT, reunidas em Foz do Iguaçu (PR), dias 5, 6 e 7 de março, no seminário Março Mulher 2017 – 10 anos da UGT,  são contra as reformas da Previdência e trabalhista, propostas pelo governo Temer, e querem que o Congresso brasileiro ratifique a Convenção 156 da OIT (Organização Internacional do Trabalho).  

Esses indicativos fazem  parte de um conjunto de propostas deliberadas pelas mais de 300 mulheres e homens presentes ao encontro. Durante os três dias do seminário Março Mulher 2017, foram debatidos temas pertinentes ao universo feminino, como a violência contra as mulheres,  empregabilidade, empoderamento feminino  e a conjuntura política e econômica brasileira.

O painel: Enfrentamento a todas as formas de violência de gênero no Brasil e na fronteira – a violência de gênero e o gênero da violência no Brasil,  abriu a série de três módulos do seminário. A violência contra as mulheres, incluindo crianças e adolescentes, na tríplice fronteira, foi tema apresentado pela diretora da ONG Elas por Elas, Cláudia Patrícia de Luna. Para a ativista, “enquanto os governos desses países não se unirem em ações práticas contra o abuso sexual e a violência na região fronteiriça do Brasil, Uruguai e Argentina, veremos crianças e adolescentes serem explorados sexualmente”.  

A norte-americana Jana Silvermann, da ONG Solidarity Center e a diretora da CSA (Confederação Sindical de Trabalhadores das Américas) Isamar Escalona, falaram sobre a mulher no mundo do trabalho, igualdade e violência, no painel  Igualdade de Gênero-caminhos para avançar. “É emergencial o governo brasileiro ratificar a Convenção 156 da OIT, como forma de garantir às mulheres direitos iguais no ambiente de trabalho, acabando com as desigualdades salariais e de tratamento”, destacou Jana Silvermann. Nesse mesmo módulo, para falar sobre a Jornada 2030 e os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável), foi convidado o secretário Nacional da Juventude e coordenador do Programa UGT Jornada 2030, Gustavo Pádua.  O secretário da UGT destacou em sua palestra o objetivo 5 dos ODS, que fala justamente sobre alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas.

Ao abordar o tema sobre a reforma da Previdência, proposta pelo governo Temer, a economista, assessora do IAE (Instituto de Altos Estudos da UGT), Helen Silvestre Fernandes foi categórica: é uma farsa essa propaganda que o governo está fazendo sobre a necessidade emergencial de uma reforma na Previdência. Para a economista, que integrou um grupo de estudos sobre a real situação orçamentária da Previdência, “o governo está empurrando mais uma vez para os trabalhadores os ônus de sua incompetência. A Previdência é superavitária, ou seja, é mentira de que há um rombo nas contas e que se paga mais do que se arrecada”. Segundo a economista, é preciso que seja feita uma ampla campanha para esclarecer a população sobre essa farsa montada para beneficiar empresários e massacrando os trabalhadores.

Ao finalizar o seminário, a secretária Nacional da Mulher da UGT, Santa Regina Pessoti Zagretti, apresentou as propostas e deliberações do encontro. “Temos propostas claras e objetivas quanto ao universo feminino, muitas dessas propostas dependem de um engajamento político e social e outras apenas da vontade política de nossos governantes. Estamos fazendo a nossa parte, esperamos que o Congresso Nacional, o presidente da República, governadores e prefeitos façam a parte deles”, destacou Santa Regina.

Fonte: UGT Nacional

06/03/2017 

A Comissão Especial que trata da Reforma Trabalhista na Câmara dos Deputados discutirá o projeto (PL 6787/16) com Centrais Sindicais, em Audiência Pública na terça-feira (7), em Brasília. Foram convidadas a UGT (União Geral dos Trabalhadores), a CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), a CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros), a Força Sindical, CUT (Central Única dos Trabalhadores) e a NCST (Nova Central Sindical dos Trabalhadores).

Para o deputado federal Elizeu Dionizio (PSDB), os debates mais calorosos serão sobre a prevalência dos acordos coletivos sobre a legislação existente, que na prática já são assinados atualmente, mas são frágeis judicialmente; alterações nas regras da terceirização; e a regulamentação do trabalho intermitente, que vai ser muito importante no setor varejista.

As audiências públicas e reuniões de trabalho começaram em fevereiro e devem se estender até o dia três de de maio. No dia quatro, o relator deve apresentar o seu parecer e no dia 11 de maio deve ocorrer a votação do parecer. Porém, se algum deputado apresentar recurso contra a decisão da Comissão Especial, a Reforma Trabalhista vai para votação em plenário. Caso contrário, já estará aprovada. Depois ela segue para o Senado Federal.

Fonte: site UGT.

 

FGTS - Contas inativas - MP 763/16

Saiba tudo sobre os saques de contas inativas do FGTS sem sair de casa.Basta acessar o site oficial da CEF e ter em mãos o seu CPF e/ou NIS/PIS/PASEP. Consulte ainda o calendário oficial de pagamento  divulgado na semana passada.

Foi finalizada na tarde desta terça-feira (7), durante a terceira rodada de negociação, realizada  na Superintendência do Ministério do Trabalho, em Teresina/PI, a Campanha Salarial 2017 dos trabalhadores em postos de combustíveis e lojas de conveniência do Piauí/PI. No acordo, a categoria que tem data base em 1° de janeiro conquistou ganho real de salário, que reajustado em 7,33% passa a ser de R$ 1.267,50 (já incluso os 30% de periculosidade). A cesta-básica, com o aumento de 11,11% passa a ser de R$ 150,00, e o seguro de vida reajustado em 10,76% vai a R$ 14 mil.  

Foram também revalidadas todas as demais cláusulas garantidoras de direitos da Convenção Coletiva, abrangente a 3.500 trabalhadores, representados pela Federação Nacional dos frentistas – Fenepospetro e pelo Sinpospetro/Piauí.  O presidente do sindicato, Sebastião Oliveira, destaca como importante o fato de a categoria ter novamente conseguido barrar o aumento da jornada de trabalho dos frentistas, de 7 para 8 horas diárias, como pretende o patronal Sindipetro. Em relação ao bom andamento e ao resultado das negociações, o dirigente sindical classificou como decisivo o apoio recebido da Fenepospetro, representada na reunião final da Campanha Salarial pelo secretário de negociações coletivas da entidade e presidente da Fepospetro, Luiz Arraes.

FONTE: Assessoria de imprensa da Fenepospetro

Dirigentes ugetistas de diversos Estados da federação se reuniram, na manhã desta segunda-feira (23), na sede nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT), em São Paulo, para discutir o atual cenário político nacional e o conjunto de medidas que levam o nome de “reforma”, mas que visa aplicar ações de austeridade que prejudicam a classe trabalhadora e a sociedade em geral.

“Este é um encontro muito importante para aprofundar temas como a representação no local de trabalho, a questão da jornada e outros aspectos que precisamos compreender para tomarmos um posicionamento”, disse Ricardo Patah, presidente da UGT nacional.

Durante a reunião, a consultora sindical dra. Zilmara Alencar ministrou uma apresentação em que foi exposto que a reforma trabalhista, assim como a previdenciária, é um projeto repleto de “segundas intenções” e que, além de retirar direitos trabalhistas, prejudica a organização da classe trabalhadora, usando sempre o argumento da atualização das leis do trabalho.

Entre os temas abordados, os dirigentes ugetistas deram especial atenção à questão do negociado sobre o legislado e à proposta de regulamentar a figura do representante sindical no local de trabalho – um(a) trabalhador(a) que não necessariamente precisa ser filiado(a) a uma entidade sindical, mas terá o poder de negociar em nome dos seus colegas de trabalho.

“Na mesa de negociação, é complicado, é difícil, já que sabemos que o setor patronal não quer abrir mão de nada. Hoje, eu imagino como os empregadores irão negociar direto com o trabalhador, uma pessoa que muitas vezes estará pressionada, assediada moralmente e que certamente aceitará tudo aquilo que seu patrão disser. Essa é uma medida ruim para a representatividade do movimento sindical”, disse Jefferson S. Silveira, presidente da UGT-MS.

Chiquinho Pereira, secretário de Organização e Formação Sindical da UGT nacional, salientou que essas reformas propostas hoje pelo governo federal são um conjunto de projetos formulados durante muitos anos.

"Nada surgiu agora, nem por acaso. Essas medidas foram formuladas ao longo dos anos, em governos A ou B, e só estavam esperando o melhor momento para serem apresentadas. Agora é a melhor hora, já que tudo o que é apresentado tanto na Câmara quanto no Senado passa", disse Chiquinho.

Participaram do evento o presidente da UGT, Ricardo Patah; os vice-presidentes Laerte da Costa, Roberto Santiago e Salim Reis; o secretário Geral, Canindé Pegado; Chiquinho Pereira, secretário de Organização e Formação Sindical; além dos presidentes das UGTs estaduais.

Fonte: UGT Nacional -23/01/2017 

18/01/2017 

O seguro-desemprego é um benefício que oferece auxílio em dinheiro ao trabalhador que perdeu o emprego. Em 2017, o menor valor da parcela corresponde ao salário mínimo reajustado pela inflação, de R$ 937.

Em janeiro, o pagamento do benefício será feito de forma escalonada. Os valores já virão com o reajuste de 6,58% nas parcelas, anunciado na semana passada. A justificativa do ministério para a medida é o "grande volume de pagamentos" previsto para o período de 11 a 22 de janeiro.

Tire suas dúvidas sobre o seguro-desemprego:

Quando o trabalhador pode pedir o seguro-desemprego?

Só tem direito ao benefício o trabalhador que foi dispensado sem justa causa, não tenha renda própria, não receba o benefício de prestação continuada da Previdência Social (exceto pensão por morte ou auxílio-acidente) e tenha recebido salários de pessoas jurídicas em três situações:

1 - Por pelo menos 18 meses, para quem faz o pedido pela primeira vez;

2 - Por pelo menos 12 meses, para quem pede pela segunda vez;

3 - Pelo menos 6 meses, para quem faz o terceiro pedido do benefício.

Quem mais tem direito a receber o benefício?

Também podem receber o benefício o pescador artesanal durante o período de defeso; o trabalhador doméstico que for dispensado sem justa causa, mesmo que de forma indireta; e o trabalhador resgatado de situações semelhantes à de escravidão.

Como é feito o pagamento?

Ele é pago de três a cinco parcelas de forma contínua ou alternada. O trabalhador pode fazer o pedido por até três vezes.

Quantas parcelas o trabalhador tem direito a receber?

3 parcelas:

Quem trabalhou entre 6 e 11 meses e faz o pedido pela 3ª vez.

4 parcelas: 

Quem trabalhou entre 18 e 23 meses nos últimos 36 meses, e faz o pedido pela 1ª vez.

Quem trabalhou entre 12 e 23 meses e faz o pedido pela 2ª vez.

Quem trabalhou entre 12 e 23 meses e faz o pedido pela 3ª vez.

5 parcelas:

Quem trabalhou por pelo menos 24 meses e faz o pedido pela 2ª vez.

Quem trabalhou por pelo menos 24 meses e faz o pedido pela 3ª vez.

Qual o prazo para fazer o pedido?

O trabalhador pode pedir o seguro-desemprego entre o 7º e 120º dia após a data da demissão do emprego.

Qual o valor do pagamento?

O valor das parcelas é calculado por uma média dos salários dos três meses anteriores à dispensa. O valor do seguro-desemprego é definido com base em uma tabela com três faixas salariais: 

a) até R$ 1.450,23; 

b) entre R$ 1.450,24 e R$ 2.417,29; 

c) acima de R$ 2.417,29.

Qual o valor máximo pago no seguro-desemprego?

O valor da maior parcela é paga a trabalhadores que ganhavam a faixa salárial mais alta (acima de R$ 2,417,29) e aumentou em 2017 de R$ 1.542,24 para R$ 1.643,72, uma diferença de R$ 101,48. O reajuste das parcelas é feito todos os anos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior.

Qual o valor mínimo do benefício?

A menor parcela do seguro-desemprego não pode ser inferior ao salário mínimo, que foi reajustado pela inflação em 2017 para R$ 937,00.

Onde é possível fazer o pedido?

O benefício pode ser requerido nas DRT (Delegacia Regional do Trabalho), no SINE (Sistema Nacional de Emprego) ou nas agências credenciadas da Caixa, no caso de trabalhador formal.

Como fazer o pedido?

O trabalhador deve comparecer pessoalmente em um dos locais de sua preferência, com os documentos exigidos. Veja aqui a relação.

Quanto tempo leva para receber o dinheiro após o pedido?

Pelas regras, o seguro-desemprego deve ser pago em até 30 dias após seu requerimento, mas há locais nos quais o valor é depositado antes.

Como serão feitos os pagamentos de janeiro de 2017?

O pagamento será feito de forma escalonada. Os benefícios serão liberados gradualmente pelas agências da Caixa Econômica Federal, ordenados pelo número final do PIS. De acordo com o calendário, recebem os trabalhadores cujos últimos dígitos do PIS sejam 1 e 2. O processo segue até 21 de janeiro, quando recebem os trabalhadores que tenham os dígitos finais do PIS 9 e 0.

Fonte: G1

Rua Felipe Schmidt, 303- sala 1101/1102 - Edifício Dias Velho - Centro - Florianópolis/SC

Telefone: 48 | 3028-4039